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Registro Civil das Pessoas Naturais, Protesto de Títulos, Tabelionato (escrituras, procurações, autenticação de documentos e reconhecimento de firmas), xerox.TITULAR: Bel. IVANILDO FELIX DE LIMA - TABELIÃO. ESCREVENTE SUBSTITUTO: Bel. IVANILDO FELIX DE LIMA FILHO. ENDEREÇO: RUA BARÃO DO RIO BRANCO, 23 CEP: 59400-000 SÃO TOMÉ-RN CEL.: (84) 99486-5137 E-MAIL: servicodenotas2@hotmail.com - segundoservicodenotas.strn@gmail.com HORÁRIO.: 07:30 ás 12:00 e 13:30 às 17:00h (PORT. 003-GJ de 26/10/2020)
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terça-feira, 10 de dezembro de 2013
sexta-feira, 6 de dezembro de 2013
Provimento autoriza pais reconhecerem filhos socioafetivos em cartório de Pernambuco
O
corregedor geral de justiça em exercício, desembargador Jones
Figueirêdo, publicou, no último dia 3 de dezembro, o provimento nº
009/2013, que permite o reconhecimento voluntário de paternidade
socioafetiva de pessoas registradas sem pai. Com a medida, pais que
quiserem registrar filhos socioafetivos vão poder registrá-los nos
cartórios de registro civil, desde que não haja paternidade estabelecida
no registro.
Para
isso, basta comparecer ao cartório de registro civil em que o filho
está registrado e apresentar documento de identidade com foto e certidão
de nascimento do filho. Caso o filho seja menor, é necessária a
anuência da mãe. Se o filho for maior de idade, precisa de autorização
escrita do mesmo. "O provimento torna-se instrumento normativo de
cooperação com os fatos da vida que envolvem o universo familiar,
dignificando os protagonistas da relação paterno-filial-afetiva",
ressalta o magistrado.
A
norma, já em vigor, considera aspectos como a ampliação do conceito de
família, princípios da igualdade de filiação, da afetividade e da
dignidade da pessoa humana e deverá ter um grande alcance social. "A
providência registral atende ao disposto no art. 1.593 do Código Civil
para admitir, sem burocracia, a moldura jurídica do pai socioafetivo com
o reconhecimento voluntário de pai em cartório, tornando desnecessária
uma provocação jurisdicional. A paternidade nutrida pelo espírito tem
igualdade jurídica com aquela adviniente da consangüinidade", afirma o
desembargador Jones.
Veja aqui o provimento.
Fonte: TJPE
Publicado em 05/12/2013
terça-feira, 26 de novembro de 2013
ARTIGO: UMA IMPRESSÃO SOBRE O XV CONGRESSO BRASILEIRO DE DIREITO NOTARIAL E DE REGISTRO.
O XV
Congresso Brasileiro de Direito Notarial e de Registro, aconteceu dias 20 a 23
deste mês, em Natal/RN.
Inicialmente
dizer da minha alegria de ter participado de um Congresso de tão grande
importância para a nossa categoria de Notários e Registradores. Dizer que o
nosso Estado, sediar um evento de tão grande envergadura, só nos envaidece,
como notários e registradores.
Reconhecer
a importância do XV Congresso de Direito Notarial e Registral, é reconhecer
simultaneamente, a importância que nós representamos para a sociedade
brasileira. Digo, por causa do alto nível dos painéis apresentados, diga-se de
passagem, por grandes nomes do cenário jurídico brasileiro.
Os
temas não poderiam ter a propriedade que tiveram!
O
tema principal: “A atuação dos cartórios na defesa dos direitos fundamentais
sociais, uma análise crítica dos 25 anos da Constituição Brasileira”, veio como
oportunidade de refletirmos sobre o nosso papel na sociedade brasileira. O que
podemos fazermos como notários e registradores, para a defesa dos direitos
fundamentais sociais?
Por outro lado, foi um momento de reconhecermos
que precisamos e muito, avançarmos como profissionais do direito. Digo por
causa da grande resistência que ainda existe no nosso meio, referente às
mudanças, as implementações e porque não dizer na modernização dos serviços
notariais e registrais em nosso país.
Reconhecer,
naquele Congresso, que existem cartórios em nosso país com alto nível de
qualidade, para mim, representa repensar a minha prática como notário e
registrador, como também, incentivo para melhor atuação no dia-a-dia.
O
Congresso foi momento de crescimento, reflexão e também confraternização.
Penso
que precisamos sairmos do nosso anonimato e crescermos enquanto profissionais
do direito, porque prestamos serviço de grande importância para a população
brasileira.
A
presença do Secretário da Reforma do Judiciário e do Ministro da Justiça, naquele
Congresso, a meu ver, sintetizam a importância que nós Notários e
Registradores, temos para o governo e para toda a sociedade brasileira.
Um
ponto que me chamou atenção, foi que, sendo o nosso estado anfitrião,
considerei ínfima, a participação dos notários e registradores norte-riograndenses.
Enquanto isso, teve estado como o de Alagoas, que trouxe a maior caravana, em
número superior a 100(cem) pessoas.
Conversando
com o esposo de uma colega registradora alagoana, este me falava, que no seu
Estado, a classe notarial e registral era muito unida e se ajudavam muito. Em
suas palavras “era todos por um e um por todos”. Fiquei surpreendido com suas
palavras! Me perguntava naquela oportunidade, quantas pessoas do RN estavam participando
e fiquei com vergonha de dizer-lhe que era um número diminuto.
Lembrar
aos colegas norte-riograndenses que não quiseram ou não puderam participar do
XV Congresso, que perderam a oportunidade de crescerem um pouco mais, como
pessoa e como profissional do direito.
Quero
aproveitar, para enaltecer o brilhante trabalho do Dr. Rogério Portugal
Bacellar, Presidente da ANOREG/RN e do Dr. Francisco Araújo Fernandes, Presidente
da ANOREG/RN, como também a toda equipe que trabalham nas duas instituições,
que não mediram esforços, no sentido de oferecer um brilhante Congresso a todos
os notários e registradores brasileiros, a começar pelo hotel excelente, palestras
e painéis de alto níveis, sem contar com as programações culturais, que
enriqueceram a noite dos congressistas, naqueles dias.
A
classe notarial e registral brasileira está de parabéns!
Ivanildo Felix de Lima - Tabelião e Registrador do 2º Serviço Notarial e Registral da Comarca de São Tomé/RN
segunda-feira, 25 de novembro de 2013
Direitos Fundamentais e Sociais são discutidos em palestra no XV Congresso da Anoreg, em Natal-RN
- Segunda, 25 Novembro 2013 15:53
A palestra da última quinta-feira (21) abordou o tema: “Direitos Fundamentais Sociais garantidos pela Transparência dos Serviços Notariais e de Registro”, o assunto faz parte do ciclo debates que acontece durante os dias 20 a 23 de novembro no XV Congresso Brasileiro de Direito Notarial e de Registro, em Natal-RN.
O presidente da Associação dos Notários e Registradores do Brasil
(Anoreg-BR), Rogério Bacellar, mediou a palestra que contou com a
participação do Secretário da Reforma do Judiciário do Ministério da
Justiça, Flavio Crocce Caetano, do professor e advogado Rodrigo Toscano
de Brito e do registrador de imóveis de Porto Alegre-RS, João Pedro
Lamana Paiva.
Bacellar, em sua fala, agradeceu a todos os associados que votaram e o
reelegeram para o mandato de presidente da Anoreg-BR. A eleição, por
aclamação autorizada pela Assembleia Geral Ordinária, por ser chapa
única, aconteceu durante a manhã.
De acordo com Bacellar, o principal objetivo deste mandato é integrar
e modernizar os serviços da classe. “Vamos lutar para ter um notário e
um registrador em Conselhos de representação nacional, bem como uniremos
esforços para que seja aprovado o Conselho Nacional da categoria, que
já está em tramitação na Câmara dos Deputados”, afirmou.
O deputado federal, Alex Canziane, também esteve no congresso, e
enfatizou a importância do trabalho dos notários e registradores para a
sociedade brasileira. Ressaltou, ainda, a “dedicação constante” de
Rogério Bacellar em buscar melhorias para a categoria. Para Canziane, a
valorização da atividade depende principalmente dos membros da classe.
“Valorização e respeito dependem de cada notário e registrador”,
concluiu.
De acordo com Flavio Crocce, o Ministro da Justiça, José Eduardo
Cardozo, tem atuado em conjunto com os cartórios com o objetivo de
colaborar para desjudicialização dos processos brasileiros. Destacou a
importância de se criar parcerias com notários e registradores, e assim
amenizar o número exorbitante de processos judiciais no Brasil.
Segundo Crocce, o sistema de justiça brasileiro possui em média 92,2
milhões de processos e lembrou que a demora na análise atrasa a
conclusão dos julgamentos. “Ainda hoje julgamos casos da década de 50,
60 e 70”, afirmou. Para o secretário, a Justiça deve ser contemporânea.
Crocce acredita que, apesar do grande volume de processos, falta
acesso à justiça, e informa que isso acontece principalmente porque as
pessoas não conhecem seus direitos e aqueles que conhecem não sabem como
proceder. “Tem estados que não possuem Defensoria Pública, falta acesso
a justiça e estima-se que 64% das pessoas não vão ao Judiciário para resolverem seus problemas”, informou.
Para o Secretário, a solução, para resolver a morosidade do
Judiciário, é trabalhar em conjunto com os cartórios extrajudiciais,
solicitar aos parlamentares alterações nas leis, resolução dos problemas
na fase de execução, valorização das decisões de primeiro e de segundo
grau, acabar com o litígio, utilizar a mediação e conciliação,
profissionalizar a gestão e implementar inovações tecnológicas.
“Precisamos aprender com os notários e registradores a agilizar o
sistema eletrônico e migrar do papel para o virtual todo o processo
jurídico”, ressaltou. Segundo o Secretário, o administrador judicial é a
figura que falta para melhorar a justiça brasileira.
Crocce disse, ainda, que somente deve ser encaminhado ao Judiciário o
que depende da justiça e o que é conflitante. Esclareceu que o
Usucapião Administrativo é um projeto interessantíssimo para que os
próprios cartórios executem. “Vocês sabem do problema e respondem com
agilidade”, disse.
“Trabalhamos juntos no Sistema de Informações de Registro Civil
(SIRC) para que todos tenham acesso ao registro, buscamos também a
solução dos processos com sustentabilidade. Além disso, criamos a Casa
de Direitos, na Cidade de Deus-RJ, e temos a parceria com cartórios
daquele estado para auxiliarem na solução de conflitos. É a mediação
comunitária em situações do dia a dia. O Brasil está atrasado, por isso,
não pode haver restrição de mediação”, salientou o Secretário.
Comentou, ainda, sobre a Proposta de Mediação que está na Comissão de
Constituição e Justiça do Senado. “Pretendemos fazer um curso
específico, em parceria com Anoreg-BR e a Secretaria de Reforma do
Judiciário, para capacitar os cartorários. Queremos, também, aprovar o
Usucapião Administrativo no Congresso Nacional. Precisamos andar de
mãos dadas com os cartórios extrajudiciais para que assim os cidadãos
tenham seus direitos assegurados e respeitados”, finalizou Crocce.
Sobre esse assunto, o presidente, Rogério Bacellar, enfatizou que os
membros da categoria fazem mediação desde sua fundação. “Fazemos
mediação o dia inteiro, por meio do divórcio, casamento, testamento,
sempre estamos mediando, por isso, a formalização deste ato é primordial
para nossa classe”, disse.
Nesse sentido, o professor e advogado Rodrigo Toscano de Brito, falou
sobre os direitos da personalidade, tendo como enfoque a dignidade da
pessoa humana.
Para Brito, os cartórios delegam função importantíssima sobre os
direitos da personalidade, já que o nome escolhido pelo cidadão deve ser
avaliado pelo registrador com o objetivo de não expô-lo ao ridículo.
Brito informou, ainda, que o registro de nascimento se tornou
complexo devido a multiparentalidade socioafetiva, onde enteados
adquirem o sobrenome do padrasto ou madrasta. Falou também sobre a
adoção à brasileira, ou seja, o registro de criança que não seja filho.
Veja o Slide da palestra de Rodrigo Toscano de Brito
Usucapião Administrativo e Regularização Fundiária
O registrador de imóveis, João Pedro Lamana Paiva, falou sobre a temática: “A Função Social da Propriedade: A Proposta para Usucapião Administrativo e Regularização Fundiária".
Lamana informou que o usucapião extrajudicial pode dar equilíbrio nas
transações de aquisição da propriedade ao assegurar o direito a
moradia. Informou que a regularização de assentamentos é a principal
finalidade do usucapião. “A propriedade irregular vem tomando de conta
do Brasil, cerca de 40% a 50% dos imóveis estão irregulares no Brasil”,
afirmou.
Para o registrador, os notários e registradores exercem papel
importante para a legalização da propriedade, isso por que o notário
seria um jurista, para evitar os problemas e acabar com a morosidade do
sistema fundiário. “O notário tem demonstrado grande experiência na
condução de atos dessa espécie”, disse.
De acordo com Lamana, os serviços notariais e registrais são capazes
de administrar a demanda do usucapião. “Com isso, teremos mais rapidez,
celeridade e segurança jurídica”, finalizou.
Veja o Slide da palestra de Lamana Paiva
(Assessoria de Imprensa Anoreg-BR)
Vencedores do "Prêmio Cultural Anoreg" são premiados em Natal-RN
- Segunda, 25 Novembro 2013 10:16
(Éder Rodrigues de Souza recebe o Prêmio de Luiz Geraldo Correia da Silva, membro da comissão julgadora)
A diretoria da Associação dos Notários e Registradores do Brasil
(Anoreg-BR) premiou, na última sexta-feira (22), os vencedores do
“Prêmio Cultural Anoreg”. A cerimônia aconteceu durante a premiação do
Prêmio de Qualidade Total Anoreg 2013 (PQTA), no XV Congresso Brasileiro de Direito Notarial e de Registro, em Natal-RN.
O vencedor foi Éder Rodrigues de Souza, pseudônimo: Geovanne de São Miguel, de Belo Horizonte-MG que abordou o tema: “O Advogado, o Parquet e a Catarina”. O segundo premiado falou sobre: “A adoção consentida pelos pais biológicos: A propositura de um procedimento administrativo”, de autoria de Maria Eugênia Ramos Albuquerque Rodrigues, pseudônimo: MEG, de Caruarú-PE. E o terceiro colocado foi o notário Rapael Chociaí, do primeiro tabelionato de Navarí-MS, com a poesia e música de tema “Patrimônio do Brasil”.
A comissão julgadora, composta pelos notários e registradores: Evaldo
Feitosa dos Santos (DF), Luiz Geraldo Correia da Silva (PE) e MC Artur
Di Andrade Camargo (DF), analisou as obras de acordo com as categorias:
trabalho literário e poesia/música, conforme o edital. Os critérios para
a seleção foram estabelecidos no site do Prêmio. Para os avaliadores, os trabalhos apresentados foram de alta qualidade.
Além da premiação em dinheiro, as obras vencedoras serão publicadas nos meios de comunicação da Anoreg-BR.
Informações do Prêmio
(Assessoria de Imprensa Anoreg-BR)
Rogério Bacellar é reeleito presidente da Anoreg-BR
- Quinta, 21 Novembro 2013 17:53
(Rogério Bacellar)
O paranaense e atual presidente da Associação dos Notários e Registradores do Brasil (Anoreg-BR),
Rogério Bacellar, foi eleito para a presidência da entidade nacional
que defende todos os cartórios brasileiros. A eleição, por aclamação
autorizada pela Assembleia Geral Ordinária, por ser chapa única,
aconteceu na manhã de hoje (21), durante o XV Congresso Brasileiro de Direito Notarial e de Registro, em Natal-RN.
“Integração e Modernidade” foi o nome da chapa apresentada e da
bandeira levantada por Bacellar para dar sentido as próximas lutas em
nome da classe notarial e de registro.
O presidente, Rogério Bacellar, agradeceu os associados pela
confiança e disse que cumprirá este mandato com o auxílio da diretoria
para defender de forma plena os interesses de todos os notários e
registradores brasileiros.
A diretoria eleita para o triênio 2014/2017 é composta pelos membros:
Presidente: Rogério Portugal Bacellar – PR;
Primeiro Vice-Presidente: Cláudio Marçal Freire – SP;
Segundo Vice-Presidente: Renaldo Andrade Bussiere – RJ;
Secretário-Geral: Germano Carvalho Toscano de Brito – PB;
Primeiro-Secretário: Francisco José Rezende dos Santos – MG;
Segundo-Secretário: Mário de Carvalho Camargo Neto – SP;
Primeiro-Tesoureiro: Mc Arthur di Andrade Camargo – DF;
Segundo-Tesoureiro: Rainey Barbosa Alves Marinho – AL;
Vice-Presidente de Notas: Ubiratan Pereira Guimarães – SP;
Vice-Presidente de Registro de Contratos Marítimos: José Augusto Pontes Moraes – PA;
Vice-Presidente de Protesto de Títulos: Léo Barros Almada – RJ;
Vice-Presidente de Registro de Imóveis: Luiz Gustavo Leão Ribeiro – DF;
Vice-Presidente de Registro de Títulos e Documentos e Civil das Pessoas Jurídicas: Paulo Roberto de Carvalho Rêgo –SP;
Vice-Presidente de Registro Civil das Pessoas Naturais e de Interdições e Tutelas: Calixto Wenzel – RS;
Vice-Presidente de Registro de Distribuição: Márcio Baroukel de Souza Braga – RJ.
Conselho Fiscal
Conselheiro Presidente: Luiz Geraldo Correia da Silva –PE;
Conselheiro Titular: Francisco Cláudio Pinto Pinho – CE;
Conselheiro Titular: Ary José de Lima – SP;
Conselheiro Suplente: Airene José Amaral de Paiva – RN;
Conselheiro Suplente: Glória Alice Ferreira Bertoli – MT;
Conselheiro Suplente: João Norberto França Gomes – PR.
(Assessoria de Imprensa Anoreg-BR)
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